segunda-feira, 22 de novembro de 2010
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Previdência Privada para idosos / Planejamento Sucessório
Pesquisa mostra que procura de idosos por fundos de aposentadoria privada cresce 60%
Clique e leia a reportagem feita em O GLOBO.
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
22/09 - Nós apoiamos o Dia Mundial Sem Carro!
- Utilize o carro o menos possível: promovendo a carona solidária, andando a pé pequenas distâncias, dê preferência ao transporte público, utilize transportes alternativos como bicicleta.
- Evite circular em horários de pico, pois no trânsito o carro consome mais.
- Troque sempre o catalisador. Ele é responsável pela transformação de gases poluentes em gases inofensivos. A vida útil varia de acordo com a marca e modelo, consulte o manual do veículo.
- Ande em velocidade moderada, o excesso de velocidade consome mais combustível.
- Cuide da manutenção do seu veículo. Um motor mal cuidado pode consumir 50% a mais de combustível e produzir 50% mais gás carbônico (CO2).
- Cuide do pneu do seu carro a cada quinze dias, pelo menos. Mantenha os pneus calibrados, alinhados e balanceados: a perfeita rodagem do pneu garante um percurso mais suave do veículo, o que economiza combustível.
- Evite as viagens de carro curtas. Quando o motor do carro está frio, pois produz mais emissões de poluentes.
Participe e seja um multiplicador da campanha! Divulgue para os seus amigos.
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Pensando no presente para o dia das crianças!
sábado, 28 de agosto de 2010
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Obrigatoriedade da cadeirinha começa a valer no dia 1º de setembro
domingo, 22 de agosto de 2010
DPVAT - O que é e quem pode usar.
Em caso de acidente, as situações indenizadas são morte ou invalidez permanente e, sob a forma de reembolso, despesas comprovadas com atendimento médico-hospitalar.
Outro dado importante é que o Seguro DPVAT é obrigatório porque foi criado por lei, em 1974. Essa lei (Lei 6.194/74) determina que todos os veículos automotores de via terrestre, sem exceção, paguem o Seguro DPVAT. A obrigatoriedade do pagamento garante às vítimas de acidentes com veículos o recebimento de indenizações, ainda que os responsáveis pelos acidentes não arquem com a sua responsabilidade.
INDENIZAÇÃO POR MORTE
Para informações de como solicitar a indenização por invalidez clique aqui
terça-feira, 17 de agosto de 2010
NÃO NOS RESPONSABILIZAMOS PELOS OBJETOS DEIXADOS...
Vira e mexe, quando deixo o carro em alguns estacionamentos, vejo aquela placa que deixa qualquer um grilado: Não nos responsabilizamos por objetos deixados no carro. Este aviso serve de alerta pra eu sair do estacionamento carregando tudo que é importante (e muito peso junto).
Na realidade, isto é uma regra criada pelos estacionamentos e é abusiva e sem valor legal. Eles são, SIM, responsáveis pelos objetos que estiverem no interior do veículo e temos a lei a nosso favor: o artigo 51 do Código de Defesa do Consumidor.
A lei também abrange os estacionamentos gratuitos e aqueles com manobristas. Procure fazer uma busca no seu carro antes de retirar o carro do estacionamento, notando qualquer falta no seu carro fale com o gerente.
Se ele te mostrar a placa, faça um boletim de ocorrência (vá até uma DP) e encaminhe com uma carta ao estacionamento pedindo a reparação das suas perdas/danos.
Pra ajudar, guardar o ticket ou qualquer documento que comprove que seu carro esteve lá no dia e hora da ocorrência, quando estava sob responsabilidade da empresa. Fica a dica de quem já teve dores de cabeça com carro + estacionamento.
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Dicas para você entender melhor o seguro de automóvel

As dicas são do diretor da Federação Nacional de Seguros Gerais (Fenseg) - antiga Fenaseg -, Neival Freitas. O executivo detalhou que o ramo estava no primeiro bimestre com participação na carteira geral em torno de 24%, perdendo apenas para o Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL), que possuía cerca de 29% das apólices vendidas.
Fora do lugar
Supondo que o segurado tenha explicado à seguradora que deixava o automóvel guardado na garagem durante o trabalho e, bem no dia que ele não achou uma vaga no local e teve de deixar seu carro na rua, o inimaginável aconteceu e ele foi roubado. O que fala mais alto? O informado à empresa ou as circunstâncias?
"Sempre que ocorre um sinistro (necessidade de pagamento da indenização), seja por roubo, colisão, ou qualquer outro motivo, ocorre uma fase de regulação, onde os fatos são averiguados", explicou Freitas.
Dessa maneira, a empresa verificará se a pessoa mentiu ao afirmar que guardava o carro na garagem ou se realmente o ocorrido se deu em uma circunstância à parte. "Se ficar provado que foi um evento excepcional, não há motivo para não haver pagamento. Mas se a pessoa sistematicamente guardar o carro fora da garagem, ela estará descumprindo um acordo."
Emprestei e bateu
Uma situação não muito diferente da descrita acima: o perfil segurado para o carro é de uma pessoa. No entanto, o responsável emprestou o veículo para outra, que acabou participando de um acidente de trânsito. Nesse caso, o dinheiro será dado ao cliente após a fase de regulação caso fique comprovado que "o acidentado" dirigia o automóvel em uma situação especial.
"Por exemplo: o pai responde pela apólice, mas acaba passando mal e o filho precisa levá-lo no hospital. É um infortúnio. Agora se o filho pára o carro na porta da faculdade é outra situação. Isso significa que ele vai todos os dias com o automóvel", exemplificou.
Bebi e provoquei um acidente
Quando bebe e dirige, a pessoa agrava o risco de acidente, o que não garante a cobertura do sinistro. "O seguro é um contrato de boa-fé firmando entre as duas partes", afirmou Freitas.
"Nesse caso (beber e dirigir) não tem como haver a cobertura", frisou.
Documentação irregular
E quando ocorre um acidente, roubo ou qualquer outro evento que resulte na necessidade de indenização de um veículo irregular? Conforme o diretor da Fenseg, inadimplência com o Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), licenciamento, seguro obrigatório, entre outros, não tem relação direta com a seguradora.
O que acontece nessas situações é que, se houver perda total do bem, no momento em que é pago o sinistro são descontadas essas dívidas. Isso ocorre porque a empresa tem o carro transferido para ela e precisará quitar os débitos.
Culpa da natureza
Enchente, queda de galho de árvore e outros acidentes que dependem exclusivamente da natureza são cobertos? Depende do contrato firmado entre seguradora e segurado.
"O mais comum é que haja uma cobertura contensiva, que protege contra roubo, furto, incêndio e colisão; responsabilidade civil, que cobra danos a terceiros; e de passageiros", contou Freitas. Dessa maneira, alguns acordos inclusive podem eliminar a garantia de fenômenos naturais. O interessado em contratar a proteção, portanto, deve ficar atento a tudo isso antes de dar sua assinatura definitiva.
Parei de pagar e precisei do seguro
Esse é um detalhe que merece muita atenção do cliente: o pagamento. Quase todos os seguros contratados têm a vigência de um ano. Dessa maneira, é apresentado um prêmio (valor da apólice) que garante a proteção dentro desse período.
Caso a pessoa, ao invés de pagar à vista, opte pelo parcelamento, deverá ficar atenta ao vencimento de cada cota. Se por acaso houver inadimplência, para avaliar se o segurado tem ou não direito a receber o sinistro, a empresa analisa uma tabela regulamentada pela própria Superintendência de Seguros Privados (Susep), na qual estão as relações sobre valor pago e período de garantia.
Supondo que o cliente tenha optado em realizar o pagamento em duas vezes: a primeira no ato e a segunda depois de 60 dias. Caso a pessoa tenha se esquecido de arcar com o último vencimento e um acidente acontecer poucos dias depois, ainda estará protegida. "Isso ocorre exatamente por causa dessa tabela de curto prazo, que analisa a cobertura", explicou Freitas.
No entanto, o consumidor deve prestar muita atenção: se não pagar a parcela e precisar da indenização depois desse prazo de cobertura, ficará sem o dinheiro. "Dificilmente a pessoa conseguirá negociar com a empresa, mesmo pagando os atrasados", adicionou.
Automóvel clonado
Agora uma situação mais complexa: o automóvel foi clonado e, portanto, teve deu chassi remarcado. Como fica o pagamento do sinistro?
Novamente a boa-fé vem à tona para definir a situação: se o consumidor sabia da situação e não comunicou à empresa antes da contratação do seguro, não pode reclamar e querer o dinheiro. Já se o caso foi descoberto, tanto por ele quanto pela empresa, depois da assinatura do contrato, o segurado não pode ser responsabilizado pela situação.
Mesmo assim, conforme o diretor da Fenseg, casos do tipo acabam gerando ampla discussão. "É uma situação mais complexa, que exige prova pericial", adicionou.
Cuidando do velho amigo
O motorista tem aquele carro não tão novo, com mais de dez anos de uso, mas, nem por isso, quer deixar seu velho amigo desprotegido pelas ruas da cidade. A dúvida que fica é se existe algum seguro que garante proteção a ele.
"Esse é um grande problema que traz muita discussão entre as empresas e a Susep", contou o diretor. O que ocorre é que o preço de reparação dos usados costuma ser o mesmo cobrado por um carro novo. A questão é que o valor de mercado entre ambos é diferente, o que acaba gerando uma diferença muito grande na cobrança proporcional.
"A porta de um Gol vai custar sempre R$ 1,5 mil, mas o valor de um zero deve estar na faixa de R$ 30 mil, enquanto um com mais de dez anos, R$ 12 mil. A proporção nesses casos vai ser de 5% e 15%", detalhou. Dessa maneira, o preço cobrado por um seguro direcionado a usados acaba sendo maior e inviável. "Temos que achar uma forma de baratear isso", concluiu Freitas.
Em uma semana
Conforme a Fenseg, apesar de ter um prazo de 30 dias após o recebimento da documentação para pagar o sinistro ao cliente, as seguradoras dão o dinheiro em cerca de uma semana.
Fonte: http://www.igf.com.br/aprende/dicas/dicasResp.aspx?dica_Id=3461
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Planejando o depois de amanhã
Para maiores informações...
Orkut e Gtalk: ksaseguros@gmail.com
E-mail: contato@ksaseguros.com
Site: www.ksaseguros.com
PGBL X VGBL ?
Para maiores informações...
E-mail:contato@ksaseguros.com
Gtalk e Orkut: ksaseguros@gmail.com
sexta-feira, 9 de julho de 2010
quinta-feira, 8 de julho de 2010
quinta-feira, 17 de junho de 2010
terça-feira, 11 de maio de 2010
Previdência: nova tábua de expectativa pode fazer subir tempo de contribuição

A nova tábua de expectativa de vida a ser adotada nos planos de previdência privada deve aumentar o tempo de contribuição do beneficiário. No novo modelo, o tempo de vida do brasileiro é maior. Assim, para conseguir a mesma rentabilidade obtida com o modelo norte-americano, utilizado até então, o contribuinte deverá pagar de um a seis meses a mais, sendo que as mulheres devem ser as mais atingidas.A nova tábua é um avanço, por refletir a realidade brasileira e ser mais dinâmica, já que terá atualizações periódicas.Para se ter uma ideia, no cálculo de uma renda vitalícia para homens aos 60 anos de idade, com reserva acumulada de R$ 100 mil na data da aposentadoria e garantia de 3% de taxa de juros, o valor recebido atualmente seria de R$ 500,13. Já considerando a nova tábua, este valor cairia para R$ 488,74, uma diferença de 2,28%.Lançada pela Susep (Superintendência de Seguros Privados) e pela Fenaprevi no último dia 18, a nova tábua, batizada de BR-EMS, é a primeira tábua atuarial brasileira. Seu objetivo é apontar a expectativa de vida e mortalidade da população, porém, as seguradoras não são obrigadas a adotá-la.
A tábua foi desenvolvida nos últimos dois anos pelo departamento de matemática aplicada da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) com a coordenação da Comissão Autarial da Fenaprevi.
Os dados utilizados são dos anos de 2004, 2005 e 2006 e foram fornecidos por 23 seguradoras, que respondem por 95% do mercado de vida e previdência complementar nacional.
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Segurança...

Uso da cadeirinha para crianças passa a ser obrigatório a partir de 9 de junho.
O equipamento de segurança deverá ser usado por crianças de até sete anos e meio.
Quem não cumprir a lei será multado em 191 reais 54 centavos e sete pontos na Carteira Nacional.
Até então, a bebê conforto só era recomendado, não era obrigatório.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde, a utilização correta da cadeirinha diminui em 70 por cento a chance de um bebê morrer em acidente de trânsito.
Resta saber se a lei será aplicada.
Também segundo a OMS, de 178 países avaliados, em apenas 14% a lei era eficiente.
A medida é determinada por uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito e é válida para todo território nacional.
segunda-feira, 19 de abril de 2010
segunda-feira, 12 de abril de 2010
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Seguro: peça importante no planejamento financeiro

Mas, se em algum momento você passou por isso, procure avaliar o que o levou a essa situação. O mais provável é que você tenha sido surpreendido por um evento extraordinário, como por exemplo, a perda do emprego, algum problema de saúde, teve sua casa assaltada etc., o quê acabou afetando o seu orçamento.
Ao contrário do que a maioria das pessoas imagina, apesar do nome, os gastos extraordinários também podem ser planejados. Impossível? Claro que não. Dê uma olhada nas suas despesas nos últimos 6 a 12 meses, certamente você conseguirá identificar que uma parcela relativamente constante do seu orçamento é direcionada para o que chamamos de gastos extraordinários.
Para que serve o seguro?
Diante desta constatação, fica fácil ver que, se você quiser evitar novas surpresas, terá que rever o seu planejamento financeiro de forma a considerar esta nova categoria de gastos. Existe, contudo, uma outra forma de se preparar para estes gastos e se proteger do impacto que eles têm no seu orçamento. Como? Contratando seguro.
Afinal, é exatamente esse o objetivo dos seguros: protegê-lo do impacto financeiro que um determinado evento futuro (que pode ou não acontecer) pode lhe causar. A este evento futuro, que pode levá-lo a uma situação de desequilíbrio financeiro e do qual você quer se proteger, damos o nome de risco.
Hoje em dia já é possível encontrar seguros para a cobertura dos mais variados riscos, como por exemplo, o risco de ter seu carro roubado, o de sofrer um acidente e não poder trabalhar por vários meses, o de perder o emprego e não conseguir manter o pagamento das prestações em dia ou, o pior deles, o de vir a falecer e deixar sua família desamparada.
Planejando para o extraordinário
Ao contratar um seguro, você garante que terá direito ao recebimento de uma determinada quantia, também conhecida como indenização ou cobertura, caso um destes eventos venha a acontecer. Desta forma, você evita, ou ao menos diminui, o impacto financeiro que este evento terá no seu orçamento.
Exatamente por isso, pode-se afirmar que o seguro ajuda no seu planejamento financeiro. Afinal, ao invés de ser surpreendido com uma despesa extraordinária (com carro, casa, saúde etc.), você se planeja para isso, pagando todos os meses a sua apólice. Em outras palavras, transforma uma despesa extraordinária que não consegue estimar, em prestações fixas.
Vale notar, contudo, que seguro não deve ser visto como um substituto à formação de um patrimônio. Mas, como uma forma inteligente de melhorar a qualidade dos seus gastos, uma vez que se trata de uma despesa que protege o seu orçamento de riscos.
quarta-feira, 3 de março de 2010
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Presente para o futuro: saiba como deixar seu filho milionário com R$ 100 ao mês

- Riscos
- Pequeno Investidor
- Ações
- Presente
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Vida... pense e planeje todos os momentos...
Um pequeno detalhe pode fazer toda a diferença no fim da sua história...





