segunda-feira, 22 de novembro de 2010

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

22/09 - Nós apoiamos o Dia Mundial Sem Carro!


Veja algumas dicas de como fazer sua parte:


- Utilize o carro o menos possível: promovendo a carona solidária, andando a pé pequenas distâncias, dê preferência ao transporte público, utilize transportes alternativos como bicicleta.
- Evite circular em horários de pico, pois no trânsito o carro consome mais.
- Troque sempre o catalisador. Ele é responsável pela transformação de gases poluentes em gases inofensivos. A vida útil varia de acordo com a marca e modelo, consulte o manual do veículo.
- Ande em velocidade moderada, o excesso de velocidade consome mais combustível.
- Cuide da manutenção do seu veículo. Um motor mal cuidado pode consumir 50% a mais de combustível e produzir 50% mais gás carbônico (CO2).
- Cuide do pneu do seu carro a cada quinze dias, pelo menos. Mantenha os pneus calibrados, alinhados e balanceados: a perfeita rodagem do pneu garante um percurso mais suave do veículo, o que economiza combustível.
- Evite as viagens de carro curtas. Quando o motor do carro está frio, pois produz mais emissões de poluentes.


Participe e seja um multiplicador da campanha! Divulgue para os seus amigos.
Faça sua parte para um mundo mais sustentável. 

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Pensando no presente para o dia das crianças!

Comprar o presente certo para uma criança não é tarefa das mais fáceis. Apesar de muitos pais já entrarem nas lojas de brinquedos com a lista de pedidos pronta, o mais importante é sair de casa sabendo o quanto se pode gastar. “Esta é uma época em que a mídia e algumas emoções fazem as pessoas esquecerem suas reais condições financeiras e contraírem dívidas”, ressalta o consultor financeiro Raphael Cordeiro.
Devedores de uma dedicação maior aos filhos, muitos pais consomem além do que podem, na tentativa de suprir esta angústia. É a chamada “Lei da Compensação”. É um grande equívoco pensar que presentes suprem a falta de afetividade, companhia e atenção. O pior de tudo é que este ato de culpa, além de não solucionar um problema, vai gerar outro: o aumento das dívidas.
Sabendo quanto pode gastar, a segunda dica do consultor é usar a criatividade. Brinquedos educativos são muito úteis. Jogos que possam integrar a família também são sempre bem-vindos (desde que os pais reservem um tempinho para brincar com as crianças). Os psicólogos pedem para evitar brinquedos com os quais as crianças não possam interagir.
A dica criativa de Cordeiro para este Dia das Crianças é presentear com um plano de previdência privada. “É uma ótima opção para acumular recursos para pagar a faculdade ou a pós-graduação, para realizar um intercâmbio ou até para comprar o primeiro carro, mas pesquise um plano com taxas atrativas e verifique seu perfil tributável. Se tiver dúvidas contrate um VGBL no modelo tributário progressivo no CPF do seu filho”, recomenda.

Fonte: http://www.oguardiaodoseudinheiro.com.br/2009/10/06/no-dia-das-criancas-evite-se-endividar/
Por Raphael Cordeiro - Consultor em investimentos

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Obrigatoriedade da cadeirinha começa a valer no dia 1º de setembro


Começa no próximo dia 1 de setembro a fiscalização das novas regras para o transporte de crianças de até sete anos e meio, que deverão ser transportadas obrigatoriamente no banco traseiro utilizando o dispositivo de retenção. Segundo a norma, as crianças de até um ano de idade deverão ser transportadas no equipamento denominado conversível ou bebê conforto, crianças entre um e quatro anos em cadeirinhas e de quatro a sete anos e meio em assentos de elevação. De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, as crianças com até dez anos devem ser transportadas no banco traseiro.
Quem descumprir as normas referentes ao transporte de criança está sujeito a penalidade prevista no artigo 168 do Código de Trânsito Brasileiro, que considera a infração gravíssima e prevê multa de R$ 191,54, sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação e a retenção do veículo até que a irregularidade seja sanada.

Transporte escolar. O uso das cadeirinhas para vans escolares não entrará em vigor no mesmo dia em que as novas regras começam a valer para os carros de passeio, segundo o Conselho Nacional de Trânsito (Contran).
De acordo com a assessoria do órgão, a lei da obrigatoriedade das cadeirinhas em transporte escolar ainda não existe. Um estudo para a regulamentação do uso das cadeirinhas está em andamento e não há previsão para a finalização, segundo a assessoria do Contram. Esses veículos ainda não serão multados.

A Resolução 277 do Contran, publicada em junho de 2008, determina que crianças de até sete anos e meio deverão ser transportadas obrigatoriamente no banco traseiro utilizando o dispositivo de retenção.

domingo, 22 de agosto de 2010

DPVAT - O que é e quem pode usar.

O Seguro DPVAT cobre vidas no trânsito. Como o próprio nome diz, ele indeniza vítimas de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre.

Isso significa que o DPVAT é um seguro que indeniza vítimas de acidentes causados por veículos que têm motor próprio (automotores) e circulam por terra ou por asfalto (via terrestre). Observe que nessa definição não se enquadram trens, barcos, bicicletas e aeronaves. É por isso que acidentes envolvendo esses veículos não são indenizados pelo Seguro DPVAT.

O DPVAT, por ser um seguro destinado exclusivamente a danos pessoais, não prevê cobertura de danos materiais causados por colisão, roubo ou furto de veículos. Também não estão cobertos pelo DPVAT os acidentes ocorridos fora do território nacional e os veículos estrangeiros em circulação no Brasil estão sujeitos a contratação de um seguro específico para este fim, entre eles o seguro Carta Verde (para maiores informações sobre o carta verde clique aqui).

Em caso de acidente, as situações indenizadas são morte ou invalidez permanente e, sob a forma de reembolso, despesas comprovadas com atendimento médico-hospitalar.

Você mesmo dá entrada nos pedidos de indenização e/ou de reembolso. O procedimento é simples, gratuito e não exige a contratação de intermediários. Basta juntar a documentação necessária (consulte aqui) e levar ao ponto de atendimento mais próximo (consulte aqui).

Outro dado importante é que o Seguro DPVAT é obrigatório porque foi criado por lei, em 1974. Essa lei (Lei 6.194/74) determina que todos os veículos automotores de via terrestre, sem exceção, paguem o Seguro DPVAT. A obrigatoriedade do pagamento garante às vítimas de acidentes com veículos o recebimento de indenizações, ainda que os responsáveis pelos acidentes não arquem com a sua responsabilidade.

É por isso que pagar o Seguro DPVAT é mais do que uma obrigação. É um exercício de cidadania.

Conheça as situações cobertas pelo Seguro DPVAT, válidas para motoristas, passageiros e pedestres, seus respectivos valores de indenização ou reembolso e saiba quem pode solicitar a indenização:

INDENIZAÇÃO POR MORTE
Situação coberta: morte de motoristas, passageiros ou pedestres provocada por veículos automotores de via terrestre ou cargas transportadas por esses veículos, em atropelamentos, colisões e outros tipos de acidentes.
Valor da indenização: o valor da indenização é de R$ 13.500,00 por vítima e os beneficiários: são os herdeiros da vítima.

De acordo com a Lei 11.482/07, para acidentes ocorridos a partir de 29.12.2006, o valor da indenização é dividido simultaneamente, em cotas iguais, entre o cônjuge ou companheiro (50%) e os herdeiros (50%). Conforme a quantidade de herdeiros, a cota é fracionada em partes iguais. Se o acidente ocorreu antes de 29.12.2006, o cônjuge ou companheiro recebe primeiro a indenização e, na falta destes, os filhos ou, nesta ordem, os pais, avós, irmãos, tios ou sobrinhos.

Para informações de como solicitar a indenização por morte clique aqui

INDENIZAÇÃO POR INVALIDEZ PERMANENTE
Situação coberta: invalidez permanente total ou parcial decorrente de acidente envolvendo veículos automotores de via terrestre ou cargas transportadas por esses veículos.

Entende-se por INVALIDEZ PERMANENTE TOTAL OU PARCIAL a perda ou redução, em caráter definitivo, das funções de um membro ou órgão, em decorrência de acidente provocado por veículo automotor. A impossibilidade de reabilitação deve ser atestada em laudo pericial.

Valor da indenização: o valor da indenização é de até R$ 13.500,00 por vítima. Variando conforme a gravidade das seqüelas e de acordo com a tabela do Seguro de Acidentes Pessoais.

Beneficiários: quem recebe a indenização por invalidez é a própria vítima do acidente.

Para informações de como solicitar a indenização por invalidez clique aqui

REEMBOLSO DE DESPESAS MÉDICO-HOSPITALARES DAMS
Situação coberta: reembolso de despesas médico-hospitalares pagas por pessoa física ou jurídica pelo tratamento de lesões provocadas por veículos automotores ou por cargas transportadas por esses veículos.

Valor do reembolso: o valor do reembolso é de até R$ 2.700,00 por vítima, variando conforme a soma das despesas cobertas e comprovadas, aplicando-se os limites definidos nas tabelas autorizadas pela Superintendência de Seguros Privados - SUSEP.

Beneficiários: o beneficiário em casos de DAMS é a própria vítima.

Para informações sobre como solicitar a indenização clique aqui

Beneficiários menores
Menor de 16 anos: a indenização será paga ao representante legal (pai/mãe) ou ao tutor.
Menor entre 16 e 18 anos: a indenização será paga ao menor desde que assistido por representante legal (pai/mãe) ou tutor. Em caso de tutor, é necessária a apresentação de Alvará Judicial.

 Fonte: http://www.dpvatseguro.com.br/conheca/oquee.asp

terça-feira, 17 de agosto de 2010

NÃO NOS RESPONSABILIZAMOS PELOS OBJETOS DEIXADOS...




Vira e mexe, quando deixo o carro em alguns estacionamentos, vejo aquela placa que deixa qualquer um grilado: Não nos responsabilizamos por objetos deixados no carro. Este aviso serve de alerta pra eu sair do estacionamento carregando tudo que é importante (e muito peso junto).

Na realidade, isto é uma regra criada pelos estacionamentos e é abusiva e sem valor legal. Eles são, SIM, responsáveis pelos objetos que estiverem no interior do veículo e temos a lei a nosso favor: o artigo 51 do Código de Defesa do Consumidor.

A lei também abrange os estacionamentos gratuitos e aqueles com manobristas. Procure fazer uma busca no seu carro antes de retirar o carro do estacionamento, notando qualquer falta no seu carro fale com o gerente.

Se ele te mostrar a placa, faça um boletim de ocorrência (vá até uma DP) e encaminhe com uma carta ao estacionamento pedindo a reparação das suas perdas/danos.

Pra ajudar, guardar o ticket ou qualquer documento que comprove que seu carro esteve lá no dia e hora da ocorrência, quando estava sob responsabilidade da empresa. Fica a dica de quem já teve dores de cabeça com carro + estacionamento.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Dicas para você entender melhor o seguro de automóvel


Antes, ou depois, de contratar um seguro para seu carro, é importante conhecer como funciona o ramo e, principalmente, quando a cobertura é válida. Assim fica mais difícil perder dinheiro quando uma eventualidade, como roubo ou acidente, fizer com que seja necessário pedir o reembolso à empresa.

As dicas são do diretor da Federação Nacional de Seguros Gerais (Fenseg) - antiga Fenaseg -, Neival Freitas. O executivo detalhou que o ramo estava no primeiro bimestre com participação na carteira geral em torno de 24%, perdendo apenas para o Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL), que possuía cerca de 29% das apólices vendidas.

Fora do lugar
Supondo que o segurado tenha explicado à seguradora que deixava o automóvel guardado na garagem durante o trabalho e, bem no dia que ele não achou uma vaga no local e teve de deixar seu carro na rua, o inimaginável aconteceu e ele foi roubado. O que fala mais alto? O informado à empresa ou as circunstâncias?

"Sempre que ocorre um sinistro (necessidade de pagamento da indenização), seja por roubo, colisão, ou qualquer outro motivo, ocorre uma fase de regulação, onde os fatos são averiguados", explicou Freitas.

Dessa maneira, a empresa verificará se a pessoa mentiu ao afirmar que guardava o carro na garagem ou se realmente o ocorrido se deu em uma circunstância à parte. "Se ficar provado que foi um evento excepcional, não há motivo para não haver pagamento. Mas se a pessoa sistematicamente guardar o carro fora da garagem, ela estará descumprindo um acordo."

Emprestei e bateu
Uma situação não muito diferente da descrita acima: o perfil segurado para o carro é de uma pessoa. No entanto, o responsável emprestou o veículo para outra, que acabou participando de um acidente de trânsito. Nesse caso, o dinheiro será dado ao cliente após a fase de regulação caso fique comprovado que "o acidentado" dirigia o automóvel em uma situação especial.

"Por exemplo: o pai responde pela apólice, mas acaba passando mal e o filho precisa levá-lo no hospital. É um infortúnio. Agora se o filho pára o carro na porta da faculdade é outra situação. Isso significa que ele vai todos os dias com o automóvel", exemplificou.

Bebi e provoquei um acidente
Quando bebe e dirige, a pessoa agrava o risco de acidente, o que não garante a cobertura do sinistro. "O seguro é um contrato de boa-fé firmando entre as duas partes", afirmou Freitas.

"Nesse caso (beber e dirigir) não tem como haver a cobertura", frisou.

Documentação irregular
E quando ocorre um acidente, roubo ou qualquer outro evento que resulte na necessidade de indenização de um veículo irregular? Conforme o diretor da Fenseg, inadimplência com o Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), licenciamento, seguro obrigatório, entre outros, não tem relação direta com a seguradora.

O que acontece nessas situações é que, se houver perda total do bem, no momento em que é pago o sinistro são descontadas essas dívidas. Isso ocorre porque a empresa tem o carro transferido para ela e precisará quitar os débitos.

Culpa da natureza
Enchente, queda de galho de árvore e outros acidentes que dependem exclusivamente da natureza são cobertos? Depende do contrato firmado entre seguradora e segurado.

"O mais comum é que haja uma cobertura contensiva, que protege contra roubo, furto, incêndio e colisão; responsabilidade civil, que cobra danos a terceiros; e de passageiros", contou Freitas. Dessa maneira, alguns acordos inclusive podem eliminar a garantia de fenômenos naturais. O interessado em contratar a proteção, portanto, deve ficar atento a tudo isso antes de dar sua assinatura definitiva.

Parei de pagar e precisei do seguro
Esse é um detalhe que merece muita atenção do cliente: o pagamento. Quase todos os seguros contratados têm a vigência de um ano. Dessa maneira, é apresentado um prêmio (valor da apólice) que garante a proteção dentro desse período.

Caso a pessoa, ao invés de pagar à vista, opte pelo parcelamento, deverá ficar atenta ao vencimento de cada cota. Se por acaso houver inadimplência, para avaliar se o segurado tem ou não direito a receber o sinistro, a empresa analisa uma tabela regulamentada pela própria Superintendência de Seguros Privados (Susep), na qual estão as relações sobre valor pago e período de garantia.

Supondo que o cliente tenha optado em realizar o pagamento em duas vezes: a primeira no ato e a segunda depois de 60 dias. Caso a pessoa tenha se esquecido de arcar com o último vencimento e um acidente acontecer poucos dias depois, ainda estará protegida. "Isso ocorre exatamente por causa dessa tabela de curto prazo, que analisa a cobertura", explicou Freitas.

No entanto, o consumidor deve prestar muita atenção: se não pagar a parcela e precisar da indenização depois desse prazo de cobertura, ficará sem o dinheiro. "Dificilmente a pessoa conseguirá negociar com a empresa, mesmo pagando os atrasados", adicionou.

Automóvel clonado
Agora uma situação mais complexa: o automóvel foi clonado e, portanto, teve deu chassi remarcado. Como fica o pagamento do sinistro?

Novamente a boa-fé vem à tona para definir a situação: se o consumidor sabia da situação e não comunicou à empresa antes da contratação do seguro, não pode reclamar e querer o dinheiro. Já se o caso foi descoberto, tanto por ele quanto pela empresa, depois da assinatura do contrato, o segurado não pode ser responsabilizado pela situação.

Mesmo assim, conforme o diretor da Fenseg, casos do tipo acabam gerando ampla discussão. "É uma situação mais complexa, que exige prova pericial", adicionou.

Cuidando do velho amigo
O motorista tem aquele carro não tão novo, com mais de dez anos de uso, mas, nem por isso, quer deixar seu velho amigo desprotegido pelas ruas da cidade. A dúvida que fica é se existe algum seguro que garante proteção a ele.

"Esse é um grande problema que traz muita discussão entre as empresas e a Susep", contou o diretor. O que ocorre é que o preço de reparação dos usados costuma ser o mesmo cobrado por um carro novo. A questão é que o valor de mercado entre ambos é diferente, o que acaba gerando uma diferença muito grande na cobrança proporcional.

"A porta de um Gol vai custar sempre R$ 1,5 mil, mas o valor de um zero deve estar na faixa de R$ 30 mil, enquanto um com mais de dez anos, R$ 12 mil. A proporção nesses casos vai ser de 5% e 15%", detalhou. Dessa maneira, o preço cobrado por um seguro direcionado a usados acaba sendo maior e inviável. "Temos que achar uma forma de baratear isso", concluiu Freitas.

Em uma semana
Conforme a Fenseg, apesar de ter um prazo de 30 dias após o recebimento da documentação para pagar o sinistro ao cliente, as seguradoras dão o dinheiro em cerca de uma semana.

Fonte: http://www.igf.com.br/aprende/dicas/dicasResp.aspx?dica_Id=3461

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Planejando o depois de amanhã



Para maiores informações...
Orkut e Gtalk: ksaseguros@gmail.com
E-mail: contato@ksaseguros.com
Site: www.ksaseguros.com

PGBL X VGBL ?



Para maiores informações...
E-mail:contato@ksaseguros.com
Gtalk e Orkut: ksaseguros@gmail.com

sexta-feira, 9 de julho de 2010

quinta-feira, 8 de julho de 2010

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Informações DPVAT

Para maiores informações acesse o site: http://www.dpvatseguro.com.br/

terça-feira, 11 de maio de 2010

Previdência: nova tábua de expectativa pode fazer subir tempo de contribuição


A nova tábua de expectativa de vida a ser adotada nos planos de previdência privada deve aumentar o tempo de contribuição do beneficiário. No novo modelo, o tempo de vida do brasileiro é maior. Assim, para conseguir a mesma rentabilidade obtida com o modelo norte-americano, utilizado até então, o contribuinte deverá pagar de um a seis meses a mais, sendo que as mulheres devem ser as mais atingidas.A nova tábua é um avanço, por refletir a realidade brasileira e ser mais dinâmica, já que terá atualizações periódicas.Para se ter uma ideia, no cálculo de uma renda vitalícia para homens aos 60 anos de idade, com reserva acumulada de R$ 100 mil na data da aposentadoria e garantia de 3% de taxa de juros, o valor recebido atualmente seria de R$ 500,13. Já considerando a nova tábua, este valor cairia para R$ 488,74, uma diferença de 2,28%.Lançada pela Susep (Superintendência de Seguros Privados) e pela Fenaprevi no último dia 18, a nova tábua, batizada de BR-EMS, é a primeira tábua atuarial brasileira. Seu objetivo é apontar a expectativa de vida e mortalidade da população, porém, as seguradoras não são obrigadas a adotá-la.
A tábua foi desenvolvida nos últimos dois anos pelo departamento de matemática aplicada da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) com a coordenação da Comissão Autarial da Fenaprevi.
Os dados utilizados são dos anos de 2004, 2005 e 2006 e foram fornecidos por 23 seguradoras, que respondem por 95% do mercado de vida e previdência complementar nacional.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Segurança...


Cadeirinha para crianças passa a ser obrigatória nos carros em junho

Uso da cadeirinha para crianças passa a ser obrigatório a partir de 9 de junho.
O equipamento de segurança deverá ser usado por crianças de até sete anos e meio.

Quem não cumprir a lei será multado em 191 reais 54 centavos e sete pontos na Carteira Nacional.
Até então, a bebê conforto só era recomendado, não era obrigatório.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, a utilização correta da cadeirinha diminui em 70 por cento a chance de um bebê morrer em acidente de trânsito.

Resta saber se a lei será aplicada.

Também segundo a OMS, de 178 países avaliados, em apenas 14% a lei era eficiente.

A medida é determinada por uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito e é válida para todo território nacional.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Seguro: peça importante no planejamento financeiro


Tente refletir sobre os momentos da sua vida em que você passou algum tipo de dificuldade financeira. Se você nunca passou por esse tipo de situação, parabéns, certamente isso é fruto dos bons hábitos financeiros que você desenvolveu ao longo da vida.

Mas, se em algum momento você passou por isso, procure avaliar o que o levou a essa situação. O mais provável é que você tenha sido surpreendido por um evento extraordinário, como por exemplo, a perda do emprego, algum problema de saúde, teve sua casa assaltada etc., o quê acabou afetando o seu orçamento.

Ao contrário do que a maioria das pessoas imagina, apesar do nome, os gastos extraordinários também podem ser planejados. Impossível? Claro que não. Dê uma olhada nas suas despesas nos últimos 6 a 12 meses, certamente você conseguirá identificar que uma parcela relativamente constante do seu orçamento é direcionada para o que chamamos de gastos extraordinários.
Para que serve o seguro?

Diante desta constatação, fica fácil ver que, se você quiser evitar novas surpresas, terá que rever o seu planejamento financeiro de forma a considerar esta nova categoria de gastos. Existe, contudo, uma outra forma de se preparar para estes gastos e se proteger do impacto que eles têm no seu orçamento. Como? Contratando seguro.

Afinal, é exatamente esse o objetivo dos seguros: protegê-lo do impacto financeiro que um determinado evento futuro (que pode ou não acontecer) pode lhe causar. A este evento futuro, que pode levá-lo a uma situação de desequilíbrio financeiro e do qual você quer se proteger, damos o nome de risco.

Hoje em dia já é possível encontrar seguros para a cobertura dos mais variados riscos, como por exemplo, o risco de ter seu carro roubado, o de sofrer um acidente e não poder trabalhar por vários meses, o de perder o emprego e não conseguir manter o pagamento das prestações em dia ou, o pior deles, o de vir a falecer e deixar sua família desamparada.
Planejando para o extraordinário

Ao contratar um seguro, você garante que terá direito ao recebimento de uma determinada quantia, também conhecida como indenização ou cobertura, caso um destes eventos venha a acontecer. Desta forma, você evita, ou ao menos diminui, o impacto financeiro que este evento terá no seu orçamento.

Exatamente por isso, pode-se afirmar que o seguro ajuda no seu planejamento financeiro. Afinal, ao invés de ser surpreendido com uma despesa extraordinária (com carro, casa, saúde etc.), você se planeja para isso, pagando todos os meses a sua apólice. Em outras palavras, transforma uma despesa extraordinária que não consegue estimar, em prestações fixas.

Vale notar, contudo, que seguro não deve ser visto como um substituto à formação de um patrimônio. Mas, como uma forma inteligente de melhorar a qualidade dos seus gastos, uma vez que se trata de uma despesa que protege o seu orçamento de riscos.

quarta-feira, 3 de março de 2010

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Presente para o futuro: saiba como deixar seu filho milionário com R$ 100 ao mês


Seja para garantir os estudos do filho, uma especialização fora do País, ou dar início à reserva para uma aposentadoria tranquila, pais e avós estão cada vez mais optando por presentear os pequenos com uma previdência privada. Segundo dados da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi), o mercado de planos para menores de 18 anos cresce em média 25% ao ano, e já representa 16,6% de todas as previdências privadas do Brasil.

Há um ano e meio, o engenheiro químico José Roberto Barbosa fez um plano de previdência privada para o neto Leonardo, de 4 anos. “O objetivo é que, ao longo do tempo, ele possa pagar a universidade com esse dinheiro”, afirma. O avô fez um depósito inicial para o plano e aportes ao longo do tempo, mas a ideia é que outros parentes também possam contribuir com a previdência de Leonardo. “Não tenho um valor mensal para contribuir. A intenção é que quem quiser dar um presente para ele também possa ajudar na previdência. Um tio, por exemplo, pode fazer um aporte”, explica Barbosa.

“Quanto mais cedo se inicia o processo de acumulação de reserva, maiores são as chances de acumular uma boa reserva, que garantirá a estabilidade para os filhos”, destaca Luiz Cláudio Friedheim, diretor de marketing da Mongeral Aegon. Simulações de previdências feitas pela seguradora apontam que é possível juntar até R$ 6 milhões para uma aposentadoria, investindo do primeiro ano de vida até os 65 anos. Planos mais curtos, do nascimento até os 18 anos, por exemplo, acumulam reserva suficiente para pagar uma faculdade privada ou abrir o próprio negócio (veja as simulações abaixo).

Friedheim optou por fazer planos de previdência para as duas filhas quando elas completaram 10 e 12 anos, respectivamente. “Coloquei na cabeça que iria começar a contribuir para que, quando elas fizessem 25 anos, pudessem optar por seguir com o plano, visando a aposentadoria, ou resgatassem o dinheiro. "Antecipei em 15 anos o início do processo de acumulação delas”, ressalta.
De acordo com a Fenaprevi, o volume de captação (total aplicado pelos investidores) dos planos de previdência privada para menores dobrou nos últimos dois anos. Em 2006, o total era de R$ 1,1 bilhão, e em 2008, o volume saltou para R$ 2,9 bilhão. Na Mongeral Aegon, 12% das novas vendas realizadas em agosto deste ano foram de planos para menores de 18 anos.

  • Riscos

Luis Martinez, diretor de previdência e investimentos da Icatu Hartford, destaca que é importante o investidor (pais ou avós) definir se prefere um plano mais conservador ou de maior risco – investimento em renda variável (ações). “Como o dinheiro certamente é para um longo prazo, é possível buscar investimentos mais agressivos, porque o tempo longo de maturação permite isso e o retorno certamente será maior. Mas se o pai tem muita aversão a risco pode optar por um plano com renda fixa”, avalia.

Para Martinez, pais que ficam preocupados ao ver a Bolsa cair 5% em um mês devem montar planos menos propensos a preocupações. Porém, destaca que a rentabilidade das ações no longo prazo tende a ser bastante vantajosa. “Quanto maior o prazo, quando mais jovem é o dono do plano, é mais aconselhável alocar uma parte do dinheiro em ações, para buscar uma rentabilidade maior.”


  • Pequeno Investidor

Aos 4 anos e meio de idade, Rafael é um investidor da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) já com quatro anos “de experiência”. Desde os seis meses de idade, ele tem uma carteira de ações controlada pelo pai, Rogério Thomé, diretor da mesa operacional da corretora XP Investimentos. “Eu quero dar ao meu filho a possibilidade de ele trabalhar no que ele quiser e não ter de escolher uma carreira porque o salário é melhor”, explica.
Thomé destaca que não faz o investimento “para comprar carro”, mas para dar tranquilidade à vida profissional de Rafael. “Se ele se formar e quiser montar um consultório poderá contar com esse investimento”, explica. E se o filho escolher uma profissão que renda um salário satisfatório, ele pode guardar as ações para a aposentadoria, diz o pai.
“Se ele se formar e quiser montar um consultório poderá contar com esse investimento”


  • Ações

A escolha pelo mercado financeiro como investimento para o futuro do filho se baseou na rentabilidade, conta Thomé. “A tendência é que os juros continuem caindo no Brasil, e desta maneira o rendimento da caderneta de poupança e da renda fixa irá diminuir”, afirma. Com ações, segundo ele, a rentabilidade é superior.
Investimento cedo garante reserva para os filhos
A estratégia de investimentos de Thomé se baseia em comprar ações de empresas sólidas e com histórico de rentabilidade. Ele afirma que poucos clientes da corretora compram ações para seus filhos. “Eu sempre digo que quem comprou ações, por exemplo, das Lojas Americanas nos anos 90, hoje poderia ter R$ 1 milhão investidos, mas as pessoas têm dificuldade em pensar no longo prazo”, opina. “Muita gente se queixa de ter perdido a oportunidade de ter comprado ações há dez anos que tiveram grande valorização. Mas se eles não comprarem hoje, em dez anos voltarão a se lamentar por ter perdido outra oportunidade.”
Hoje, os planos de previdência privada podem contar com até 49% do capital investido em renda variável. Segundo cálculos de Friedheim, é possível conseguir um rendimento até quatro vezes maior investindo em uma previdência privada do que na poupança. “Depende do perfil de risco que cada um esteja disposto a correr. Deve se levar em conta que as necessidades vão se alterando ao longo da vida. Quando a pessoa é jovem busca fundos mais agressivos. Ao se aproximar do resgate, ela pode buscar meios conservadores”, destaca.


  • Presente

Martinez aconselha pais com mais de um filho a fazer planos separados, em vez de concentrarem o investimento. “Quando você cria um plano de previdência privada para seu filho, ele vem com um certificado no nome da criança. Como cada filho pode estar em um momento diferente da vida, o melhor é que cada um deles tenha um certificado em seu nome”, enfatiza.
Quem tem aversão ao risco de investir na Bolsa pode optar por planos de previdência com renda fixa.
O fato de o plano ser feito no nome da criança atraiu o engenheiro químico Barbosa. O avô afirma que escolheu a previdência privada como um presente futuro para Leonardo, porque o investimento é em nome do neto. “Desta forma, não existe a possibilidade de, em algum momento de tentação, sacar a poupança dele”, afirma. “Existe uma certa salvaguarda, e além disso no longo prazo o retorno é interessante.”
Além de garantir os estudos de Leonardo, o avô espera que a previdência privada também sirva como um instrumento de educação financeira, para que o neto aprenda a importância da poupança. “Queremos que ele aprenda que é preciso guardar um pouco de dinheiro para o futuro”, diz Barbosa.
Thomé acredita que investir logo cedo, como ele fez para Rafael, pode se tornar um círculo virtuoso financeiro para as famílias. “Você compra para a sua aposentadoria, daqui a alguns anos elas vão render e o investidor poderá comprar para os filhos e até para os netos. É possível mudar a partir de você a história da sua família”, acredita.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Vida... pense e planeje todos os momentos...


Um pequeno detalhe pode fazer toda a diferença no fim da sua história...

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Guia de Orientação e Defesa do Segurado

Informe-se. Proteja-se melhor!
Este link sempre estará disponível, ao lado direito do visor, em nosso painel de informações.